As versões JATS evoluem para cobrir novos cenários de publicação científica. Entender essas diferenças evita incompatibilidade entre ferramenta, schema e base indexadora.
Versão bastante usada em fluxos legados. Atende estruturas básicas de artigo, mas pode ter limitações em elementos mais recentes de interoperabilidade.
Amplia cobertura de marcação e traz ajustes importantes para melhor consistência entre produção e distribuição digital. É uma versão intermediária comum em muitas operações.
Inclui refinamentos para workflows modernos e melhor suporte a tipos de conteúdo e metadados ampliados. Em projetos novos, costuma ser a referência principal quando permitido pela base alvo.
A decisão depende dos requisitos da coleção indexadora e da infraestrutura editorial. Sempre valide com as normas vigentes de SciELO, PMC ou Redalyc antes de iniciar a produção.
Usar versão diferente da esperada pode gerar reprovação de XML. A prática mais segura é alinhar versão de schema, ferramenta de validação e especificação editorial no começo do projeto.
Se sua revista precisa de apoio nessa decisão, conheça nosso serviço de marcação XML SciELO.